CAXIAS DO SUL - Milhares de pessoas foram até os cemitérios de Caxias do Sul para prestar homenagens aos entes queridos que partiram a tempos ou recentemente.
O que se pode notar nos acessos aos cemitérios e também no âmbito dos mesmos, foi o grande número de crianças que também foram levados pelos familiares para prestar homenagens, desmistificando os nossos antepassados que evitavam essa prática, não querendo “expôr” as mesmas.
Como sempre acontece, os vendedores ambulantes e até cadastrados pelas administrações da última morada, lucraram com flores, naturais ou artificiais, velas e os mais diversos acessórios usados nestas ocasiões.
Pela ordem, os cemitérios públicos foram os mais visitados, seguidos do Cemitério Parque, que aproveitando a recém inaugurada Atilio Andreazza, coloriram literalmente, com flores nas mãos, carros, ao mesmo tempo que aproveitaram para dar uma caminhada no bonito dia de Finados.
HISTÓRIA - Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”.
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração. (Foto Ponto Inicial)
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