Renata Vasconcellos fala sobre a vida pessoal e a carreira comecei com a cara e a coragem’


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No camarim, antes da sessão de fotos,Renata Vasconcellos, 41 anos, parece insegura com o penteado: “Não está armado? Artificial?”, pergunta. Na verdade, ela está linda. Jornalista e publicitária, filha de um engenheiro e uma advogada, tem uma irmã gêmea – Lanza Mazza, estilista da grife Cantão – e um irmão. A nova âncora do Fantástico, da Globo, fala baixo, cultiva a discrição. Assim que começa a posar, revela a mulher confiante e sexy que é. A nova musa do domingo tem dois filhos, frutos da primeira união. Depois, casou-se de novo de papel passado. O marido, Miguel Athayde, colega de emissora, é diretor regional de jornalismo. Ela não gosta de falar da vida pessoal. “Não sou artista, o foco é a notícia”, explica a carioca, que começou a carreira na TV em 1995, no canal a cabo Globo News. Bonita, logo assumiu a bancada do Em Cima da Hora. Não tinha experiência: “Comecei com a cara e a coragem”. Passou para o Bom Dia Brasil, já na TV aberta e, de lá, para o lado de Tadeu Schmidt, na atração dominical. “Confesso, levei um susto. Não esperava uma mudança como essa.” Seu maior desafio agora, admite, é ganhar ginga e uma linguagem mais solta. Pode ser difícil, mas ela garante: “Sempre escolho ver o lado melhor da vida”. De folga, lê ou cozinha na região serrana fluminense, para onde segue com o marido e seus meninos, Antônio, 14 anos, e Miguel, 12. Adora colo e, nesta entrevista, assume ser romântica “demais”.
O que mudou na rotina desde a ida para o Fantástico?
Ainda estou me adaptando ao novo fuso horário. Deixei de acordar às 4h40, e o meu relógio biológico ainda não está funcionando perfeitamente depois de 11 anos nessa rotina. Eu seguia uma disciplina militar, e a casa precisava parar de funcionar cedo para que eu pudesse dormir. Era difícil, porque as famílias estão indo se deitar cada vez mais tarde. Agora posso dormir mais. Por outro lado, preciso acertar o calendário: minhas folgas deixaram de ser nos fins de semana. São às segundas.
E o que gosta de fazer quando não está trabalhando?
Adoro mato. Sempre que posso, vou para minha casa no campo mexer com as plantas. Tenho uma horta. Não há nada mais gostoso do que colher um pé de alface fresquinho. À noite, ouço os grilos, vejo o céu estrelado… No Rio, gosto de fazer programas com meus filhos.
Como é ser mãe de dois adolescentes?
Adoro ser mãe de meninos. Sinto-me protegida e acarinhada por eles, que são muito companheiros. Claro, de vez em quando sou chamada ao colégio, mas nada grave.
O que mais a preocupa em relação à educação deles?
Como toda mãe, o que me assusta é a violência. O mundo está repleto de perigos e delícias, e é preciso prepará-los para fazer as escolhas certas. Acredito que lá na frente eles saberão distinguir o certo do errado. Tento passar os princípios que me são mais caros e a importância da ética.

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